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Page history last edited by dossiecarolkappel 8 mos ago

 

                   

 

       Carolina Kappel

 

 

 

             

 

 

Já tive vários casos de alunos com necessidades especiais de aprendizagens, não por serem portadores de deficiência, mas por terem um tempo mais lento para a aprendizagem.

          Este ano tenho em minha turma um aluno portador da Síndrome de Down, vou fazer meu dossiê em cima dessa experiência, já que estou vivenciando neste semestre.

          Quando fiquei sabendo que teria em minha turma um aluno com síndrome de Down senti medo, pois sempre temos muitas idéias pré-concebidas antes de conhecermos de perto alguma coisa ou alguém, porém, logo no início esse medo inicial deu lugar a outros sentimentos. No início todos estavam assustados, o Pedrinho (nome fictício), por estar em uma turma com colegas e professora diferentes, os outros alunos, por notarem a diferença daquele colega e a professora também, por medo de não saber lidar com as possíveis situações que iriam surgir.

           A primeira semana foi um pouco complicada, o Pedrinho chorava diversas vezes, agrediu alguns coleguinhas, porque estes, não sabendo lidar com aquele colega muitas vezes o magoavam. Logo que todos foram se conhecendo e as configurações de cada um ficaram mais claras o que aconteceu foi que a grande maioria dos alunos tornou-se muito amiga do Pedrinho e noto que ele está muito feliz na sala de aula, claro que acontecem conflitos, como em qualquer sala de aula, onde existem seres humanos, sejam crianças ou não.

          Percebo que a família deste aluno, não tem muito comprometimento com a sua aprendizagem, ele frequentava a Apae e a mãe achou melhor tirá-lo de lá, por ela mesma. Combinamos que ela o ajudaria em casa, pois ele não está alfabetizado ainda, e já tem 14 anos, mas a última vez que foi à escola disse que não teve tempo ainda. Ele tem um pouco de dificuldade para falar e enxergar, mas é bastante esforçado e geralmente quer participar das atividades, percebo também que muitas vezes ele faz "manha", como todos os outros alunos que tenho.

         Penso que os primeiros passos dados foram positivos, pois criou-se uma relação de afeto entre todos da turma, o que vai facilitar muito o trabalho...

         O medo inicial deu lugar à vontade de descobrir jeitos de fazer com que todos os meus alunos consigam se envolver e construir conhecimento.

Unidade II

 

     Políticas Públicas Brasileiras em Educação Especial e

        

        Projeto Político Pedagógico da Educação Inclusiva

 

 

   Em minha escola há alunos com necessidades educacionais especiais estudando em turmas de ensino regular, mas existe também, uma turma de classe especial e uma turma criada este ano que participa do projeto acelera brasil, do governo federal. Sendo assim, observamos o seguinte quadro:

 

 

Escola Estadual Dr. Breno O. Ritter

Série

Nº de Professores

Turmas

Alunos

Inclusos

Ed.Inf. – Pré-escola

02

02

47

00

1º ano

03

04

88

02

2º ano

05

05

118

02

3º ano

02

02

46

02

4° ano

02

03

76

01

5° ano

02

03

77

06

Ed. Especial

01

01

09

09

PAB

01

01

20

00

Total

08

18

21

481

22

   

 

    

   O espaço fisíco não está preparado para receber alunos com necessidades especiais, existem apenas algumas rampas, que não garantem o acesso a todas as áreas da escola e não há banheiros próprios. Não existem pessoas incumbidas de "auxiliar" os portadores de necessidades especiais, nem no processo de aprendizagem.

   Por exemplo, existem em uma mesma turma duas alunas cadeirantes, quando é necessário ajudar na sua locomoção, visto que existem muitas escadas sem rampa de acesso, as pessoas o fazem por solidariedade, não há alguém designado para fazer isso. Em minha sala de aula, tenho um aluno com síndrome de Down e sinto a necessidade de ter alguém que pudesse auxiliá-lo constantemente nas atividades, pois sinto que para que ele aprenda necessita de muito acompanhamento, com 25 alunos na sala de aula é impossível atende-lo individualmente sempre. Claro que há boa vontade de todos, mas penso que é necessáriobem mais que isso, pois todos tem direitos iguais, ou seja a escola tem que ser igual para todos, deve oferecer os mesmos beneficios e se adequar as necessidades de cada um, então, fazer cumprir esses direitos é um dever de todo cidadão.

    Penso que aos poucos a consciência de que direitos devem ser cobrados vai sendo incorporada no pensamento de todo cidadão, mesmo porque, todo esse contexto de inclusão ainda é muito novo nas escolas, pelo menos dessa forma. è preciso que todos unam esforços, pais, professores e o poder público, assim conseguiremos a força para que todos os direitos garantidos por lei sejam vivenciados na prática.

   Em minha escola existe uma mistura de concepções do que é a inclusão, pois ao mesmo tempo que são aceitos alunos em turmas regulares, são criadas turmas especiais, para alunos com necessidades, uma grande contradição de concepções, porém como escrevi antes, penso que por ser um momento novo, ainda estamos passando por uma transição.

   Nas turmas de educação especial (classe especial e acelera Brasil), o trabalho é diferenciado, com muito material concreto e jogos, claro que se trabalha dessa forma nas outras turmas, por se tratar de uma escola de séries iniciais, porém a própria concepção de tipo de aluno determina o modo como será desenvolvido o trabalho em sala de aula, na turma do programa "Acelera Brasil", as aulas vem prontas, uma supervisora encaminhada pelo programa acompanha a turma. Nas turmas regulares o trabalho é mais livre e fica a critério de cada professor com poucas orientações da coordenação pedagógica da escola, sabendo que a escola é estadual. Contamos com alguns recursos, como uma sala de jogos, uma sala com espelhos, designada para trabalhar com expressão corporal, vasto material de leitura e de educaçção fisíca e temos também uma sala de computadores, onde, porém não temos alguém designado para trabalhar com informática, assim este espaço raramente é usado.

   Enfim, penso que nossa escola tem muito boa vontade, alguns bons recursos, que se forem bem usados, podem auxiliar na aprendizagem de todos os alunos, mas ainda falta mais planejamento para que ações sejam pensadas e realizadas.

 

 

 

 

 

Unidade III

Serviços de atendimento Educacional Especializado

 

 

 

Segundo Gotti e Alves, são os serviços prestados pela educação especial aos alunos com necessidades educacionais especiais.

" O Atendimento Educacional Especializado diferencia-se substancialmente da escolarização. Deve ser oferecido em horário oposto à escolarização justamente para que os alunos possam freqüentar as turmas do ensino regular." (Alves e Gotti) 

 No munícipio de Taquara, existem 2 escolas que prestam esse tipo de atendimento. A Apae de Taquara-Escola de Educação Especial Cassandra Fritscher e a Helfen-Escola Especial Marcel Emílio Dani .

Na Apae de Taquara, além de trabalhar visando a alfabetização e a socialização dos alunos, há oficinas, terapias que possibilitam um trabalho bem amplo(existe uma piscina para uso de terapias na água e diversão para os alunos). Na Helfen a socialização é mais visada, bem como o trabalho de coordenação motora.

A APAE atende, principalmente, alunos com Deficiêncial Mental e Síndromes. Tendo 30 alunos da rede pública de ensino. A HELFEN atende alunos com Deficiência Mental, Deficiência Física, Deficiência Múltipla, Paralisia Cerebral e Condutas Típicas. Tendo 50 alunos da rede pública de ensino.

As duas são escolas particulares mantidas com recursos de ONGs e instituições privadas (ex.: Rotary club).  

No município ainda não existem projetos que visem a educação especial. Em uma escola do município há um interprete para alunos surdos, 3 alunos são atendidos, fora isso, algumas escolas contam com rampa de acesso. Nenhuma escola do município possui sala de recursos multifuncionais. Nas escolas municipais onde existem alunos com necessidades educacionais especiais há uma auxiliar na sala de aula, já nas escolas estaduais não é disponibilizado este recurso.                          

Fonte de pesquisa: Secretaria de Educação da cidade de Taquara

 

 

 

                      Unidade III - Parte B

 

 

 

 

 

- O  QUE É UM ESTUDO DE CASO?

 

O estudo de caso é uma forma particular de estudo compreendida no universo das pesquisas qualitativas que possui características muito específicas.

1.O estudo de caso visa à descoberta. Parte de alguns pressupostos que orientam a coleta inicial de dados, mas o professor-pesquisador deve estar atento a elementos que podem emergir como importantes durante o estudo, aspectos não previstos, dimensões não estabelecidas a priori.

 

2. O estudo de caso enfatiza a interpretação em contexto. Há de ser valorizado o contexto, o meio em que este sujeito está inserido e suas características mais marcantes.

 

3. O estudo de caso procura representar os diferentes e, às vezes, conflitantes pontos de vista presentes numa situação social. O professor-pesquisador busca explicitar os princípios que orientam as suas representações e interpretações através de relatos dos informantes que podem ser familiares, amigos, vizinhos ou colegas da escola, por exemplo, do sujeito em questão.

 

4. O estudo de caso utiliza uma variedade de fontes de informações. O professor-pesquisador poderá fazer uso da estratégia de triangulação, recorrendo a uma variedade de dados, coletados em diferentes momentos, em situações variadas e provenientes de diferentes informantes.

 

5. O estudo de caso revela experiências e permitem generalizações “naturalísticas”. O professor-pesquisador procura descrever a experiência que ele está tendo no decorrer do estudo pra que os seus colegas possam chegar a tais generalizações.

 

6. O estudo de caso procura retratar a realidade de forma completa e profunda. O professor-pesquisador busca revelar a multiplicidade de dimensões presentes na situação apresentada, focalizando-a como única, mas sem deixar de enfatizar os detalhes e as circunstâncias específicas que favorecem a apreciação do todo.

 

7. Os relatos do estudo de caso são elaborados numa linguagem e numa forma mais acessível o que permite sua apresentação através de colagens, dramatizações, fotografias, representações orais, auditivas, visuais ou uma combinação delas. Os relatos escritos apresentam, geralmente, estilo informal, narrativo, ilustrado por figuras de linguagem, citações, exemplos e descrições.

 

 

    Farei o estudo de caso, observando meu aluno, Pedrinho*, que é portador de Síndrome de Down.

 

       *Nome fictício. 

 

 

 

 

      Unidade IV

 

   Pedrinho*, é portador de Síndrome de Down, tem 14 anos, frequenta o segundo ano da escola regular. Seus pais são trabalhadores autônomos, caseiros de uma escola, a mãe formou-se recentemente em pedagogia. Pedrinho já frequentou a APAE, saiu de lá por iniciativa da mãe, contrariando o parecer pedagógico da instituição. Ele apresenta dificuldades de dicção e visão, usa óculos, mas não está, atualmente fazendo tratamento com fonoaudiólogo.

 

 

 

   Unidade V

 

 

 

   O aluno já frequentava a escola regular, frequentou a APAE e foi tirado de lá pela iniciativa de sua família. A mãe não fala muito de suas dificuldades e admitiu que o pai do aluno não aceita muito bem a condição do aluno.

 

   Parecer descritivo sobre Pedrinho, pela APAE:

 

  "Durante o ano de 2007, Pedrinho* participou do grupo de ambientoterapia nesta instituição, o que lhe possibilitou a construção de novos padrões de relacionamento consigo mesmo e com a realidade externa, podendo com isso beneficiar-se do trabalho relativo à sua identidade, seus vínculos afetivos, as representações mentais e no desenvolvimento de sua autonomia.

 

   Pedrinho* é muito querido e afetivo. Tem um bom relacionamento com seus colegas e professoras. Demonstrou satisfação em estar na escola, participando das atividades propostas em sala de aula, porém nas atividades realizadas no pátio, principalmente jogos com bola, não participou, demonstrando pouco interesse.

 

   Reconhece o alfabeto, relaciona números e quantidades, identifica e escreve corretamente seu nome, de seus familiares e de colegas. É bastante interessado pelas atividades que envolvam a escrita, sendo esta organizada.

 

   Gosta de ouvir música, dançar e imitar o que acontece ao seu redor.

 

   É cuidadoso com o material individual e coletivo.

 

   É um aluno calmo, apesar de apresentar alguns momentos de agitação, geralmente quando contrariado,pois ainda não consegue obedecer algumas regras e combinações feitas em sala.

 

   Necessita de rotina bem estruturada, pois se beneficia com a mesma.

 

   Encontra-se em nível intermediário da escrita: silábico/silábico-alfabético.

 

  A equipe pedagógica acredita ainda não ser o momento de incluir Pedrinho* no ensino regular, mas respeita o desejo da família. Dessa forma, o aluno retorna ao ensino regular, na 1ª série - 2ª etapa ou 2º ano do ensino fundamental, pois o mesmo foi encaminhado a esta instituição por uma escola de ensino regular, onde estava matriculado na 1ª série - 2ª etapa ou 2º segundo ano.

 

OBS.: Pedrinho* recebeu atendimento fonoaudiológico durante o ano de 2007 e tem como indicação frequentar o grupo de ambientoterapia nesta instituição, sendo este à tarde." 

 

 

 

             Unidade VI

 

 

 

   Na escola, o aluno relaciona-se bem com todos, fez muitas amizades, gosta de frequentar a escola, é interessado em realizar as atividades, mas precisa de auxílio para praticamente todas. Fica agitado em algumas vezes, agredindo colegas, principalmente na hora do recreio.

 

  Já reconhece todas as letras do alfabeto, relaciona número e numeral e está no nível intermediário silábico/silábico alfabético.

  Nossa escola tem poucos recursos materiais para  trabalhar com alunos com necessidades especiais. Há uma sala com jogos, que pode ser usada por cada turma 1 vez há cada 15 dias. Minha turma tem 25 alunos no total, todos os alunos precisam de atendimento individual durante as aulas, mas o Pedrinho* só faz as atividades se for constantemente auxiliado, portanto é bem complicado dar a devida assistência, mesmo trabalhando com muitos jogos, além disso há muitas atividades pelas quais o aluno não se interessa, é o caso de ouvir histórias, alguns tipos de jogos como de memória e algumas brincadeiras .

 

   Recentemente, conversei com a mãe do aluno e me senti bastante desanimada. Iniciei a conversa relatando sobre o aluno, como estava seu comportamento, seu processo de aprendizagem, as dificuldades do aluno e as que eu, como professora estava tendo em poder ajudá-lo mais. A mãe disse que o aluno era praticamente como um aluno normal, disse que eu devia dedicar mais tempo para ele, que o importante em se trabalhar com esse tipo de aluno era o método escolhido. Disse a ela que ele precisava de um atendimento individual e perguntei se ela não poderia auxiliá-lo, ela me respondeu que tinha as outras filhas para se preocupar também e que além disso ela trabalhava.

 

   Enfim, em todos os questionamentos ela argumentava e jogava a responsabilidade toda em cima da escola. Sobre a fonoaudióloga, falou que iria começar a levá-lo novamente. O aluno não frequenta nenhum outro estabelecimento de ensino e nãofaz nenhum tipo de tratamento.

 

  Gostaria muito que o aluno se alfabetizasse, porém a colaboração da família seria muito importante. 

 

        

 

       Unidade VII

 

   Em nossa escola a avaliação se dá por parecer descritivo, o que é muito bom, pois é possível avaliar o aluno de uma forma mais individualizada, observando o seu crescimento e não o comparando a outros colegas.

  Tinha muitas dúvidas quanto à inclusão, me parecia algo que não funcionaria. Hoje, percebo que ela é possível, mas são muitos os fatores necessários para fazer com que ela aconteça em toda a sua plenitude. Pistóia diz que:

 "Parte-se do princípio que o professor sozinho não será capaz de garantir a almejada qualidade de ensino. Portanto, ele precisa valer-se de iniciativas no âmbito escolar que se encaminhem para a construção de uma rede de relações sociais e para a inclusão de todas as crianças na escola. Para tanto, torna-se necessário um direcionamento para a comunidade no estabelecimento de parcerias com os pais. É preciso tornar o trabalho escolar conhecido e entendido em suas diretrizes básicas nos diversos segmentos da comunidade escolar.” É muito importante que os pais estejam envolvidos e engajados na busca por uma educação de qualidade, unir forças e não “empurrar” a responsabilidade para um e para outro. Além disso é necessário que o professor busque informações sobre o aluno e sobre suas dificuldades. O ideal seria que todas as exigências da lei fossem cumpridas e que os professores tivessem acesso a mais cursos e atualizações, porém sabemos que esta busca depende muito da vontade dos profissionais, pois são poucos os cursos oferecidos e muitas vezes, mesmo ocorrendo, a direção omite para que não seja preciso substituir o professor. Sabemos das inúmeras dificuldades para o sucesso da inclusão, porém enquanto professora, é necessário sempre buscar novas formas para alcançar o êxito. Penso que o professor deve estar aberto para, além de ensinar, aprender com seus alunos, estabelecer uma relação de troca, pois não existe aprendizagem sem interação. É preciso encontrar o melhor meio para que o aluno possa mostrar sua visão das coisas, seus conhecimentos e possibilitar a troca entre alunos e professor.

 

"Ao educador caberá a tarefa de criar um espaço de convivência para o qual se convida o outro, de modo que o outro esteja disposto a conviver conosco, por um certo tempo. E nessa convivência, ambos, educador e aprendiz, irão transformar-se de maneira congruente." (Lenize Henz Caçula Pistóia)

Comments (6)

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Maria del Carmen Cabrera Martins said

at 11:23 pm on Apr 14, 2009

Ola, Carolina, muitas vezes nos encontramos com a resistência da familia, ai o nosso trabalho se complica mais ainda, por isso penso que alem de ter ajuda para os PNEEs, deve de ter para a familia tambem,para ajuda-las a entender esta diferença e poder auxiliar o seu filho.
Abraços
Maria del Carmen

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lpasserino@... said

at 7:03 pm on Apr 22, 2009

Carol

comentas que ele tem dificuldade de enxergar....fizestes algum teste para ver se é problema de visão mesmo? será que nao valeria a pena indicar para fazer uma consulta, pode estar precisando de óculos e isso se nao for solucionado pode dar dor de cabeça e portanto, o aluno vai ficar com comportamento agressivo, por estar sentindo dor. Conversa com a familia. è importante ter a participação deles, como bem sabes...ne?
parabens
lili

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Maria del Carmen Cabrera Martins said

at 8:21 pm on May 26, 2009

Olá, Carol, visitando o teu dossiê percebi que estão faltando as atividades:
- 3A:detalhamento dos serviços especiais na tua região;
- 3B:identificar o sujeito a ser pesquisado;
- 4 : perfil do sujeito;
- 5: história de vida do sujeito (esta em andamento)
Ainda não conseguistes identificar o sujeito a ser pesquisado?, por favor nos avise se estiver com dificuldades.
Abraçõs
Maria del Carmen

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Janete Dreyer said

at 1:43 pm on Jun 14, 2009

Oi Carol!
Fiz um curso na HELFEN em 98 ou 99! Lembro que na época fiquei encantada com as tecnologias que eles utilizavam com os alunos portadores de necessidades físicas e mentais! Utilizavam um materiall bem diverso, rico e inovador.
Assim que puder, irei lá novamente para ver as novidades que eles têm agora.
Um bom trabalho pra você.
Abraços.

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liliana said

at 9:28 pm on Jun 24, 2009

Oi Carol
passei aqui para ver teu dossiê....aguardamos tua continuação...
abraços
liliana

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Maria del Carmen Cabrera Martins said

at 11:11 pm on Aug 10, 2009

Oi, Carol, que bom que conseguistes completar o te dossiê, ele ficou bem completo.Como ficamos "perdidas" quando não temos o apoio necessário dos pais de nossos alunos, acredito que sem a participação deles, dificulta muito a inserção do seu filho no âmbito escolar e social.
Abraços
Maria del Carmen

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